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CONVÊNIO ENTRE CNC E BNB DARÁ APOIO ÀS EMPRESAS DO NORDESTE

CONVÊNIO ENTRE CNC E BNB DARÁ APOIO ÀS EMPRESAS DO NORDESTE

Um convênio entre o Banco do Nordeste (BNB) e a Confederação Nacional do Comércio (CNC) facilitará o acesso a linhas de crédito aos empresários do comércio de bens, serviços e turismo do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo. O termo será assinado dia 16 de maio, durante o 35º Congresso Nacional de Sindicatos Empresariais (35º CNSE), no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza.

O acordo foi debatido no dia 6 de maio, no BNB. Coordenada pelo presidente licenciado do Sistema Fecomércio Ceará e vice-presidente administrativo da CNC, Luiz Gastão Bittencourt, a reunião contou com a presença do presidente do BNB, Romildo Rolim e de cinco presidentes de Federações do Comércio do Nordeste, além do presidente da Fecomércio de Minas Gerais.

“Esse é um momento histórico para nós do Nordeste, a união com o maior banco de desenvolvimento da região com representantes da maior parcela dos empresários e do setor produtivo do comércio de bens, serviços e turismo, propiciando que as empresas tenham acesso a melhores e mais ágeis ações com relação a crédito, ajudando no seu desenvolvimento”, resumiu Luiz Gastão.

O presidente do BNB, Romildo Rolim, ressaltou a missão desenvolvimentista do Banco, afirmando que só se cumpre isso através de parcerias. Com a CNC, ele acredita que o convênio será importante não apenas para o comércio do Nordeste, mas também para o crescimento da economia da região. “Que a gente cresça para sair desse marasmo, cumprindo o nosso papel de desenvolver o Nordeste”, pontuou.

Maurício Filizola, presidente do Sistema Fecomércio Ceará, destacou que o real objetivo dessa aproximação é que as facilidades para as linhas de crédito do BNB cheguem até a ponta, ou seja, principalmente para os micro e pequenos empreendedores, que, segundo ele, são os que mais têm dificuldade em garantir investimentos. “Que possamos fortalecer o comércio existente e incentivar o crescimento e a abertura de novos negócios. Nossa economia precisa realmente dar um salto”, observou.

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